terça-feira, agosto 28

Astrologia - Aspectos e ângulos



O conjunto das energias e forças zodiacais são formações complexas, derivadas da Geometria Sagrada e conhecidas através dos aspectos astrológicos e que são usados pela ciência moderna, na forma como distribuem suas antenas de rádio, televisão e celulares, ou quando posiciona algum satélite em órbita terrestre. Os efeitos dos ângulos observados pela ciência correspondem à dos astrólogos e representam facetas das estruturas fundamentais do Universo e remetem às realidades geométricas de fundamental importância.
Os aspectos são estudados segundo graus de força, por exemplo, o trígono (120º) e a quadratura (90º).
Além disso, se acrescenta a questão da tolerância espacial a ser observada na influência destes aspectos, podendo se atribuir 10º para os aspectos mais importantes: trígono, quadratura, quintil, conjunção e oposição; 7º para os de segunda importância: sextil, semi-quadratura, decil; 4º para aos de terceiro grau de importância: semi-sextil, sesqui-quadratura, biquintil; e apenas 1º para os demais aspectos. Como a tolerância é centrada no planeta, considera-se apenas a metade desta margem para cada lado da esfera avaliada.
Devemos ainda considerar que os aspectos se encontram divididos em quatro grupos, relacionados com: o físico ou material, psicofísico ou neutro, astral ou anímico e espiritual.
A espiritualidade está simbolizada pelo triângulo – que são os aspectos benéficos e fluentes – trígono (120º) permite a fluência das energias; sextil (60º) harmonizante; semi-sextil (30º) atuação física: e quincúncio (150º) atuação física.
O material ou físico está simbolizado pelo quadrado – processo de aprendizado e crescimento pela dor – quadratura (90º) gerador de tensão emocional; semi-quadratura (45º) gerador de atritos mentais; e sesqui-quadratura (135º) atua sobre a saúde.
O aspecto astral ou anímico está relacionado ao pentágono, correspondendo à esfera da alma e é intermediário entre os dois anteriores – quintil (72º) efeito de natureza mental; decil (36º) efeito no plano físico; e biquintil (144º) efeito no plano das emoções.
Os psicofísicos ou neutros atuam no sentido de agrupar ou separar forças, e sua natureza depende dos planetas envolvidos – conjunção (0º) relaciona-se ao Sol; e oposição (180º) relaciona-se à Lua.
Rejane Woltz Barbisan
Astróloga

Florais de Raff


Linguagem numérica (4)

(continuação)

O número 9, que está representado pelos oito vértices do cubo mais o ponto central, atua sobre os elementos precedentes como uma força centrípeda (para o centro), pois nada pode ir além do 9, a não ser por um processo espiralado - para cima ou para baixo - como é o nosso sistema numérico. Ele - o nove - representa o limite de expansão permitida à matéria. Quando somamos todas as partes ou elementos precedentes ao 9 como na gematria, isto fica evidenciado. Exemplo: 1+2+3+4+5+6+7+8=36=3+6-9.

O nove é o limite permitido. Ele circunscreve, retém. Para se tornar dez é preciso uma extraordinária força centrífuga (para fora) de vontade. Para abrir o cubo, só com o auxílio do UM (9+1=10).

O número 10 é representado pela união das duas pirâmides. O homem (a pirâmide com o vértice para cima) é um ser exilado, decaído, revestido de um corpo físico denso, composto dos quatro elementos - terra, fogo, ar e água - representados pelos quatro pontos (vértices) da base, e sua essência divina é o ápice da pirâmide. Por isto, a pirâmide é um símbolo perfeito do homem na forma humana. Porém o homem têm, por obrigação, transcender está condição puramente humana. Quando o homem integrar ou introjetar em si, as potências da pirâmide cósmica (pirâmide com o vértice para baixo), através da Sabedoria, passará a ser não mais o 5 decaído, mas o 10, isto é, aquele que integrou em si os princípios cósmicos.

Estes são os números básicos da matemática. Para obtermos os demais, dividimos, multiplicamos, somamos ou diminuimos elementos.

A título de curiosidade, o número 12 são as doze arestas do cubo e se constituem nos elos de ligação entre os planos (faces). Simboliza os doze apóstolos unidos pela ação equilibrada das leis cósmicas, sob a regência do Cristo, em torno da unidade.

O número 13 são as doze arestas e o centro do cubo: o Cristo entre os apóstolos, o Sol no centro dos 12 signos zodiacais, bem como o fogo, a chama crística no centro de cada ser humano.

Rejane Woltz Barbisan

Numeróloga - Mestre Reiki



quinta-feira, agosto 23

O Tarô e Jung


Jung foi o primeiro a descobrir e explorar o inconsciente coletivo e a dar-lhe uma importância e um significado contemporâneo. Ele estabeleceu a existência do mais significativo dos paradoxos: o inconsciente e o consciente existem num estado de interdependência recíproca e o bem-estar de um é impossível sem o bem-estar do outro. Se alguma vez a conexão entre estes dois grandes estados de ser for diminuída ou danificada, o homem ficará doente e despojado de significação. Por este motivo Jung dava grande valor a todos os caminhos não racionais ao longo dos quais o homem tentara, no passado, explorar o mistério da vida e estimular o seu conhecimento consciente do universo que se expandia à sua volta em novas áreas de ser e conhecer. Esta é a razão de seu interesse pela Astrologia e pela significação do Tarô.
Ele reconheceu que o Tarô tinha sua origem e antecipação em padrões profundos do inconsciente coletivo, uma ponte não-racional sobre o aparente divisor entre o inconsciente e a consciência.
As estranhas cartas do Tarô têm permanecido em uso constante em jogos e na cartomancia. Como as figuras que surgem de repente, inesperadamente, em nossos sonhos, os personagens do Tarô parecem querer chamar nossa atenção.
Estas erupções dramáticas geralmente significam que aspectos negligenciados de nós mesmos buscam reconhecimento. Como as figuras dos sonhos, as personalidades do Tarô nos trazem mensagens de grande importância: mas o homem moderno, imerso como está na cultura verbal, acha a linguagem pictórica não-verbal difícil de decifrar.
Uma viagem com as cartas do Tarô é, em primeiro lugar, uma viagem às nossas próprias profundezas, um aspecto do nosso mais profundo e elevado eu e fazem uma ponte para o nosso eu mais íntimo - a sabedoria para resolver nossos problemas pessoais e para encontrar respostas às perguntas que temos.

(Texto compilado do livro Jung e o Tarô, pág. 15/16, de Sallie Nichols, Cultrix)
Rejane Woltz Barbisan
Taróloga



quarta-feira, agosto 22

Linguagem numérica (3)

(continuação)


O número 5 é representado pela pirâmide de vértice para cima e que foi o resultado de uma separação ou divisão. O 5 são os quatro pontos da base mais o ponto do ápice da pirâmide - são cinco pontos.
A cisão ou separação das duas pirâmides ocorreu em virtude de quatro cortes, em duas faces, em forma de cruz, na unidade (1) simbolizado pelo cubo. É aqui que surge pela primeira vez, a cruz, que carregamos como efeito de nossa soberba e arrogância. É a cruz do exílio, da separação, da descida, da queda. Mas é também pela cruz que fazemos a caminhada inversa da ascensão e da reintegração. O algarismo 5 é, portanto, de natureza negativa, pois representa o eterno exilado, o incompleto, o que necessita de um complemento, o que não é desejável por ninguém, ser sempre um cinco.

O número 6, representado pelas seis faces do cubo, é a premente necessidade da união das leis e princípios dos Mundos Superior e Inferior, para a manifestação da Vida, com harmonia, graça e beleza. É um número de agregação.

O número 7 é a união do quatro com o três. Está representado pelas três dimensões e as quatro diagonais do cubo - é a criação do Mundo Inferior, no mundo das formas. É a atuação da lei (três) nos quatro elementos (água, ar, fogo, terra).


O número 8 está representado pelos oito pontos, que são os vértices do cubo. Cada vértice é a convergência e junção de três arestas (ou três dimensões). É o equilíbrio ou a estabilidade das leis e princípios cósmicos. Também é o símbolo do domínio da lei, domínio da vida e por isto, também é conhecido como o número do Cristo.


(continua)
Rejane W. Barbisan

Numeróloga e Terapeuta