quinta-feira, janeiro 31

Energia Curativa




A maioria das pessoas é incapaz de ver o campo áurico sem treinamento. Podemos, porém, registrar eletronicamente a energia desse campo.
Se a energia é retirada de certa parte do corpo, pode ocorrer uma doença ou colapso estrutural do mesmo. Esta retirada de energia pode ser física, como ao quebrarmos um braço, mas também pode ser causada pelo pensamento. Algumas vezes retiramos energia de uma determinada parte do corpo devido a temores ou emoções perturbadoras. Pensamentos e emoções inconscientes podem interferir no fluxo de energia e causar doenças sem que possamos perceber.
Nosso modo mais usual de curar é pelo uso de remédios. O grande passo seguinte, na cura, é aplicar o fluxo energético diretamente no corpo. Exemplo: radiação, acupuntura, reiki, etc. podem curar em certas condições.
Todos os pensamentos afetam o fluxo energético. Se tivermos pensamentos conflitantes, a energia fluirá com menor força ou será neutralizada.
O fluxo real de energia passa de sutil a grosseiro, mais do que de grosseiro para sutil, mas é difícil convencer a mente de que somos energia ou pensamento, quando estamos repletos de experiências que nos vem através dos sentidos. A menos que possamos dar à mente provas em contrário, ela não se convencerá. Para os sentidos, o corpo é que parece real, não a energia ou os pensamentos. Somente na medida em que encontramos meios de registrar diretamente a energia é que poderemos modificar nossa visão sobre o assunto, pois este registro nos permite adquirir a percepção e a experiência daquela energia, a qual, por sua vez, nos permitirá perceber sua relação com o corpo.



Rejane Woltz Barbisan


Terapeuta

A Grande Invocação


Do ponto de Luz na mente de Deus
Que flua Luz às mentes dos homens.
Que a luz desça à Terra.

Do ponto de Amor no coração de Deus
Que flua Amor aos corações dos Homens.
Que Cristo retorne à Terra.

Do centro onde a Vontade de Deus é conhecida
Que o propósito guie a pequena vontade dos Homens.
O propósito que os Mestres
Conhecem e servem.

Do centro a que chamamos Raça dos Homens
Que se realize o Plano de Amor e de Luz
E feche a porta onde se encontra o Mal.

Que a Luz, o Amor e o Poder
Restabeleçam o Plano Divino sobre a Terra.

terça-feira, janeiro 15

METAFÍSICA E A CURA


Desde o início dos tempos, quando a humanidade ergueu o olhar para o céu, vagarosamente pressentiu que o universo material é apenas uma parte observável de um grande cosmos invisível, do qual o espaço e o tempo são um aspecto pequeno. E deu ao princípio vital e ativo do universo invisível diversos nomes: Brahma, Tão, Jeová, Deus e outros. Daí a criação dos diversos credos, que muitas vezes levam pessoas ao desentendimento e à desarmonia.
Como indivíduos, temos as mais diversas crenças, mas é comum a todos o desejo da saúde. Neste tema, lemos acerca de muitas técnicas extraordinárias de cura: desde os avanços da medicina tradicional até curas que só podem ser descritas como milagrosas. Deveria ser evidente que, por trás destas “curas” realizadas em todos os países e em todas as épocas, com pessoas de diversas religiões e formas de fé, que existe um princípio comum.
Junto com a ajuda da medicina, a pessoa mais capaz de realizar qualquer cura é a própria pessoa doente.
Se você aprender a desenvolver as forças de dentro do corpo que quer recuperar, os resultados serão mais definitivos e satisfatórios.

Rejane Woltz Barbisan
Terapeuta

segunda-feira, janeiro 14

TRADIÇÃO



A Tradição foi a fonte que deu origem a todas as ordens esotéricas ou iniciáticas do Ocidente. É comum a referência à Tradição com outras denominações, como por exemplo: “Ciência Primordial”, “ciência Arcaica”, “Tradição Primordial”, “Ciência Sagrada”, “Doutrina Secreta”, ou ainda outras expressões. A “Tradição” é a ciência que se originou na Atlântida e que melhor foi preservada no Egito, embora fragmentos desse conhecimento tenham se espalhado por todo o mundo. A preservação da Tradição ao longo do rio Nilo foi possível em virtude da civilização egípcia ter sido criada pelos Atlantes e por eles ter sido conduzida, durante milhares de anos, no período que os egípcios denominaram “tempo dos deuses”. A Tradição, no Egito, da mesma forma que se fazia na Atlântida, ficou preservada nos Templos, que eram grandes complexos culturais e místicos. Alguns destes Templos – os mais importantes – gravitavam em torno de um “mistério”, sendo por isso denominado como “Escola de Mistério” ou “Escola de Sabedoria”.
A partir da XVIII Dinastia egípcia, por volta de 1.400 a.C., e por iniciativa do próprio faraó, as escolas de sabedoria do Egito foram unificadas, passando a constituir uma só entidade que conhecemos como “Fraternidade Egípcia”. A unificação destas escolas foi um importante fator para a preservação da Tradição, bem como para a sua expansão entre as nações vizinhas do Egito. Ramos da Fraternidade Egípcia foram criados na Grécia, na Síria, na Palestina, na Fenícia, na Babilônia, na Itália, na Pérsia e em algumas outras nações do Mediterrâneo e do Oriente Próximo. Os essênios foram um destes ramos estabelecido na Palestina; a palavra “essênio” é de origem egípcia e significa secreto. O complexo do Monte Carmelo, ao norte da Palestina – muitas vezes denominado como mosteiro – era um grande centro cultural e místico utilizado principalmente pelos essênios, e foi onde Jesus teve sua formação básica, até os 13 anos. Significativo é que o complexo do Monte Carmelo não foi construído pelos judeus, porém pelo faraó do Egito. Os Terapeutas foi outro ramo na Grande Fraternidade estabelecido, principalmente, em Alexandria e na Grécia. A Fraternidade teve com Pitágoras, a partir de sua escola estabelecida em Crótona, no sul da Itália, uma grande penetração no sul da Europa. Embora a escola de Pitágoras tenha sido destruída e o mestre morrido nesta ocasião, seus discípulos continuaram o trabalho que ele conduzia.
Akenaton, foi um dos grandes mestres da Ciência Sagrada e, com sua ousada investida contra o clero de Amon-Rá, tentou fazer com que todo o Egito retornasse aos princípios sagrados originais do qual haviam se desviado. Assim, podemos dizer que a Fraternidade Egípcia foi a guardiã e difusora da Ciência Sagrada, incluindo aí, os conhecimentos dos Terapeutas.


Rejane Woltz Barbisan
Terapeuta

quinta-feira, dezembro 20

Natal




Foi no Concílio de Nicéia, no século IV, que se fixou a festa de Natal próxima do solstício de inverno (no Norte) e a meia-noite, em substituição às tradições pagãs que celebravam neste dia a renovação do Sol. Os romanos festejam o evento nos templos consagrados ao “Sol Invicto”, na colina onde hoje está a cidade do Vaticano. Desde tempos imemoriais, esta data era marcada por muitas fogueiras que homenageavam o retorno do Sol das profundezas da escuridão, e a natureza, que estava hibernando, vai começar lentamente seu despertar.
A partir de 335 d.C. passou-se a celebrar o Natal em Roma, substituindo “a celebração do nascimento do Sol visível no solstício de inverno pela do Criador invisível do Sol” (Santo Agostinho). Fazia-se coincidir os ciclos das festas cristãs e das festas pagãs, e com isto o sincretismo e a permanência da nova religião fundada em Roma estaria mais facilmente garantida.
A tradição de acender fogueiras remonta aos persas, a Zoroastro, que tinham no fogo o símbolo da Divindade. A imagem dos Reis Magos, que vêm do Oriente cultuar ao Deus Sol, também remonta à Tradição dos persas.
Os símbolos natalinos que vemos hoje em dia e que fazem referência às árvores de Natal, à neve e todos os outros que adquirimos, são a ligação do Natal com o clima do Norte e o renascimento vegetal.
A festa do que renasce, quando entra o mês de janeiro, ou da Deusa Janus, com seus dois rostos, um olhando para o passado e o outro olhando para o futuro, o novo ano cheio de esperanças.
A escuridão da noite com que se comemora o Natal nos remete ao inconsciente, ao adormecimento da Alma que está prestes a despertar e compreender os mistérios do Nascimento do Senhor em nosso coração, onde está o Templo Interno, aquele que cultiva o coração crístico que acaba de nascer.
Rejane Woltz Barbisan
Terapeuta