quinta-feira, novembro 6

O que é misticismo?

Podemos encontrar as mais variadas respostas sobre este assunto, mas podemos dizer que misticismo é a conclusão que o homem chegou, segundo a qual a vida e todas as coisas são manifestações de uma única força fundamental. Como vamos chamar esta força é apenas uma distinção terminológica, o que em nada afeta a própria coisa. Geralmente nos referimos a um Ser Supremo como Deus e a sua manifestação como Cósmico. A força, ou energia, que se encontra na base de todo o universo e que é acionada e ativada por Deus, os antigos chamavam de Nous.
O objetivo essencial do misticismo é a nossa associação mais estreita com essa força e com Deus, que a estabeleceu. Podemos dizer que o misticismo é o meio através do qual o homem pode tornar-se consciente das leis e dos princípios cósmicos por um processo diferente daquele que consiste em confiar inteiramente nos sentidos objetivos. Quanto mais o homem se aproximar de Deus, mais seu conhecimento de Deus, do Cósmico e da força universal será completo. Daí, podemos concluir que o homem pode compreender melhor seu lugar em relação ao objetivo do universo como um todo, e ele pode também melhor compreender a razão de sua própria existência. Nossos conceitos são, num sentido, mais importantes que o que percebemos, porque aquilo que seremos, tanto em pensamento como em comportamento, depende das conclusões a que chegamos. Se queremos atingir um grau que nos torne conscientes de nosso lugar e de nosso objetivo na vida, precisamos chegar a uma concepção de nossa relação com Deus e, ao mesmo tempo, estimular em nós mesmos e em nossos irmãos humanos um ideal elevado de caráter e de personalidade, tendo em vista as conclusões a que chegamos.

quarta-feira, novembro 5

Ameixa


Nome científico: Eriobothria japonica

Nome da planta: Ameixeira

Origem: China

Família: Rosáceas

Raios divinos que atuam nesta essência: Verde, Branco e Dourado Solar


De repente, você se vê atrapalhado, não consegue pensar direito, coordenar os pensamentos; parece contaminado mentalmente. Sente que tem algo maior a fazer e nada acontece: seus esforços criativos, suas idéias se perdem no vazio. Percebe que está na hora de reprogramar sua vida, mudando a forma de pensar ou agir, mas não consegue, como se estivesse sendo manipulado e intoxicado pela desordem geral. É momento de limpeza, renovação! Ameixa é o floral desses sintomas. Esta é a flor da nêespera, sintonizada para limpar os efeitos energéticos de toxinas físicas ou mentais e emocionais que possam macular os campos da consciência. No Japão, as árvores desta família estão entre as plantas do bom agouro. O floral Ameixa limpa os resíduos tóxicos de qualquer tipo de manipulação (mental, emocional ou espiritual) que possa interferir negativamente e desorganizar o corpo físico ou mental. Ideal para grupos de pessoas que estão sendo manipuladas, de alguma forma, elimina os efeitos e a força desse assédio mental. Traz equilíbrio para a pessoa reprogramar a vida, libertando-se de conceitos, crenças e valores ultrapassados, e se abrindo para o novo. É indicado para casos de deformação no corpo etérico, por absorção de produtos químicos ou outras ingestões tóxicas. Fortalece o livre pensar e nos põe em sincronia com a luz.

Lei do Carma & Lívre-arbítrio


Devemos compreender que a Lei do Carma é uma lei de causa e efeito, ou seja, tudo o que fazemos gera uma conseqüência. Este conceito mostra que estamos aprendendo a pensar, a atuar, a agir; acertamos e erramos nas nossas decisões sempre, ao que damos o nome de experiência. Através dela evoluímos no sentido da compreensão do mundo.

Quando consideramos o livre-arbítrio falamos da nossa opção em escolher uma solução racional, uma solução intuitiva, uma solução sugestiva ou auto-sugestiva. Na verdade, ao enfrentarmos um problema ou dificuldade sempre escolhemos a solução que nos parece melhor naquele momento. No entanto, nossa compreensão das coisas muda constantemente e passado algum tempo, poderemos concluir que a decisão escolhida com toda a qualidade é tão horrível que nos "exigirá compensar" com mais esforço e trabalho por situações criadas por nós mesmos. Assim é a Lei do Carma, conseqüência direta de nosso livre-arbítrio de decidir, de optar e de buscar o melhor caminho dentro do nosso nível de compreensão naquele momento.

Se acertarmos ou errarmos, a Lei do Carma nos dirá futuramente se o livre-arbítrio utilizado gerou uma condição cármica positiva ou negativa.

segunda-feira, novembro 3

Contemplação

“Tudo o que peço é que você fixe o olhar por alguns instantes, com toda atenção, numa coisa simples, concreta, externa. O objeto dessa contemplação pode ser uma coisa que o agrade: uma pintura, uma estátua, uma árvore, a encosta de uma colina, uma planta que brota, um curso d’ água, pequenas coisas vivas. Não é necessário ir a céus estrelados. É uma experiência prática e não uma bela meditação panteísta.
Olhe para esta coisa que você escolheu. Rejeite, com muita vontade mas tranquilamente, as mensagens que inúmeros outros aspectos do mundo lhe enviam e concentre toda sua atenção neste único ato de contemplação amorosa, de maneira a excluir do seu campo de consciência todos os outros objetos.
Não pense, mas aja de modo a que toda a sua personalidade penda para essa coisa: deixe sua alma entrar em seus olhos. Quase instantaneamente, esse novo método de percepção fará aparecer qualidades insuspeitadas no mundo externo. Você primeiro perceberá à sua volta um estranho silêncio, cada vez mais profundo, e a diminuição da atividade de sua mente febril. Em seguida, tomará consciência de que a coisa que você observa adquire mais significado, de que sua existência se intensifica. Enquanto se debruça sobre ela, com toda sua consciência, você receberá em resposta um fluxo que virá ao encontro do seu. É como se a barreira entre a vida dela e a sua, entre o sujeito e o objeto, houvesse desaparecido. Você se fundiu com ela num ato de comunhão verdadeira, conhece agora o segredo de seu ser, profundamente e de modo inesquecível, e, não obstante, de uma forma que você jamais poderá esperar exprimir.”

domingo, novembro 2

Elementos de um cubo




O 1, a unidade, é representada pelo próprio cubo; é a totalidade das partes. Só têm razão de ser enquanto partes integrantes do todo que é o cubo.
As partes são:
O 3, que está representado pelas três dimensões: comprimento, largura e profundidade. Representa a ação da lei. Toda manifestação é resultado da atuação da lei.
O 4, que está representado pelo quadrado das faces, representa a estabilidade no plano material. Representa o equilíbrio das forças atuantes no plano material.
O 6, que está representado pelas seis faces, representa a necessidade premente da união das leis e princípios dos Mundos Superior e Inferior para que a Vida se manifeste com harmonia, beleza e graça.
O 7, que está representado pelas três dimensões e mais as quatro diagonais do cubo, representa a criação do Mundo Inferior, no mundo das formas. É a união do quatro com o três. É a atuação da lei nos quatro elementos.
O 8, que está representado pelos oito pontos que são os vértices do cubo. Cada vértice é a junção de três arestas ou três dimensões. Representa o equilíbrio ou a estabilidade das leis e princípios no plano cósmico. Simboliza também o domínio da lei e por isso é também conhecido como o número do Cristo.
O 9, que está representado pelos oito vértices mais o ponto central, atua sobre os elementos anteriores ou precedentes como uma força centrípeda, pois nada pode ir além do nove, que representa o limite de expansão (ou tensão) permitido à matéria.
O 12 está representado pelas doze arestas. Estas se constituem nos elos de ligação entre os planos (faces) e os oito pontos que são os oito vértices do cubo. Simboliza os doze apóstolos unidos, o Sol no centro dos 12 signos zodiacais, bem como o fogo, a chama crística sempre ardendo no âmago de cada ego.
O 13 é representado pelas doze arestas mais o centro do cubo. Aqui o treze representa: o Cristo entre os doze apóstolos, o Sol no centro dos 12 signos zodiacais, bem como o fogo, a chama crística sempre ardendo na âmago de cada ego.
O 2 é obtido fazendo-se cortes no cubo, a partir de suas diagonais, formando duas pirâmides semelhantes, de bases quadradas. Representa a divisão, a segmentação, a dispersão, a dualidade.
O 5, é representado pela pirâmide de vértice para cima (resultado de uma divisão ou separação), onde os quatro pontos da base, mais o ápice da pirâmide dão os cinco pontos. É aqui que surge a cruz (da descida, separação, exílio) que é o caminho da ascensão e da reintegração.
O 10 é representado pela união das duas pirâmides, que por sua vez representa o homem na forma humana. Quando o homem integrar ou introjetar em si, as potências da pirâmide cósmica, através da Sabedoria, passará a ser, não mais o 5, mas o 10 porque estará reintegrado na Unidade.